Começa sempre por qualquer coisa. Neste caso, que nós por cá nestas coisas somos virgens, começa pelo preservativo. E este é um filme já várias vezes visto, pelas continuadas reposições nos ecrãs. Depois é determinado cartaz, mesmo que obra de arte, que é ofensivo. Depois é a mulher que não pode sair à rua sozinha nem falar com estranhos. Depois pode sair acompanhada desde que convenientemente tapada. E depois tem o direito de ser violada pelo marido e de volta e meia levar umas competentes sarrafas.
Partilha de opinião alheia
Um post do Der Terrorist, com o qual concordo absolutamente:
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1 comentário:
Essa separação entre Estado e Religião é que não sei se é bem assim. Pelo menos nos países mais recentes na U.E.
Aqui na Lituânia, a interrupção da gravidez de momento é legal, mas a Sra. Igreja, ainda mui poderosa neste país tem feito várias tentativas para que se torne ilegal, alegando aos bons principios morais, b~lá blá blá, a treta do costume desses senhores.
Esta é ainda uma cultura varrida pela culpa e pela vergonha e extremamente sensível também, no pós- União Soviética.
Há pelo menos 40 igrejas em Vilnius, havia dezenas de mesquita que foram destruías durante as diversas ocupações, restando apenas uma. o maior número de mortes da comunidade judaica deu-se em Vilnius.
Lituânia, Letónia e Estónia, são países extremamente homofóbicos, onde pequenas organizações de beatas, senhoras dos bons costumes tem mais poder que a liberdade individual.
Há pouco tempo uma festa da comunidade gay em Riga, foi mandada cancelar, porque as mães de jesus assim o forçaram...
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