Fui "linkado" ainda ontem pel'O Jumento! Responsabilidade!
E recentemente pelo fantástico Ainda Não Está Escuro do Samuel Uria!
Já estava no de um grande amigo, o Aiki...
A Bé "linkou-me" logo no seu novíssimo O Lado Bé da Vida.
E claro que a maninha linda ali ao lado também (é pena que ela não seja assim para isto virada).
O quase Doutor (com um D dos grandes) também me "linka", ali no Frayed Ends Of Sanity - Rock On!
O cinéfilo de Os Filmes é outro que me agracia com uma hiperligação no seu poiso (ele tem bom gosto e um fraquinho por "westerns" quer-me parecer)
Deixo aqui um pedido de auxílio
Alguém que invente um aparelhómetro qualquer que com um clique de um botão faça desaparecer as conversas inúteis, as tarefas fúteis e a as decisões de gestão inspiradas pelo "momento" e que não vão ter qualquer seguimento.
E pelo caminho alguém que explique ali a uma alminha o conceito de "centro de gravidade" que eu não tenho nem a vocação nem a vontade.
E pelo caminho alguém que explique ali a uma alminha o conceito de "centro de gravidade" que eu não tenho nem a vocação nem a vontade.
O Louco
De todas as personagens imaginadas pelo brasileiro Maurício - o "pai" da Mônica e do Cebolinha - o Louco foi sem dúvida a melhor de todas.
As histórias eram absolutamente estrnhas, absurda e surreais, simplesmente hilariantes.
Alguém se lembra dele?
As histórias eram absolutamente estrnhas, absurda e surreais, simplesmente hilariantes.
Alguém se lembra dele?
Sonolência pós-almoço
Especialmente a de segunda-feira. Quase se parece com a pós-coital. Mas muito menos reconfortante.
O almoço, mesmo quando é bom, não o é tanto como o coito, mesmo que este seja mau.
Apenas nos extremos se verifica a inversão da preferência.
O almoço foi sofrível.
O almoço, mesmo quando é bom, não o é tanto como o coito, mesmo que este seja mau.
Apenas nos extremos se verifica a inversão da preferência.
O almoço foi sofrível.
(re)Descobertas tardias de coisas antigas
Talvez seja da idade, talvez seja do momento ou da influência do "hype" gerado à volta de um filme recente que não é bem acerca do sujeito - é sem ser...
Mas dou por mim a gostar de Bob Dylan.
E das letras absolutamente deliciosas. E não apenas as "interventivas".
Talvez seja da idade e do momento.
Da maturidade adquirida, necessária para se perceber e gostar deste artista.
É como o Jazz e a água tónica - primeiro estranha-se mas depois entranha-se.
Mas dou por mim a gostar de Bob Dylan.
E das letras absolutamente deliciosas. E não apenas as "interventivas".
Talvez seja da idade e do momento.
Da maturidade adquirida, necessária para se perceber e gostar deste artista.
É como o Jazz e a água tónica - primeiro estranha-se mas depois entranha-se.
Das Virtudes e outras qualidades menores (re-edited)
A Paciência é de entre elas uma das maiores
Com a Paciência deve sempre andar outra das grandes, a Perseverança.
Por sua vez, as duas devem ser apoiadas pela Esperança e a Temperança.
Isto agora vem a propósito do quê?
Vem a propósito de que às vezes, muitas vezes - como hoje - estou sem Paciência nenhuma e a Perseverança teima em ir sentar-se numa esplanada à beira da praia.
A Esperança, essa está demente e delirante e agarrada ao vinho e aos psicotrópicos.
Já a Temperança que inicialmente nem sabia bem ao certo o que era e cuja definição do dicionário online da língua portuguesa, Priberam é a seguinte:
Com a Paciência deve sempre andar outra das grandes, a Perseverança.
Por sua vez, as duas devem ser apoiadas pela Esperança e a Temperança.
Isto agora vem a propósito do quê?
Vem a propósito de que às vezes, muitas vezes - como hoje - estou sem Paciência nenhuma e a Perseverança teima em ir sentar-se numa esplanada à beira da praia.
A Esperança, essa está demente e delirante e agarrada ao vinho e aos psicotrópicos.
Já a Temperança que inicialmente nem sabia bem ao certo o que era e cuja definição do dicionário online da língua portuguesa, Priberam é a seguinte:
- do Lat. temperantia
- s. f.,
- qualidade ou virtude de quem é moderado ou de quem tem o poder de moderar os apetites e as paixões;
- parcimónia;
- sobriedade.
Uma grande verdade
Em inglês no original:
"If you owe the bank $100 that's your problem. If you owe the bank $100 million, that's the bank's problem"
(JP Getty)
Ora, agora é só conseguir que o banco me empreste os 100.000.000...
"If you owe the bank $100 that's your problem. If you owe the bank $100 million, that's the bank's problem"
(JP Getty)
Ora, agora é só conseguir que o banco me empreste os 100.000.000...
Vi, li e gostei
E depois "roubei e postei"
"I suppose it can be truthfully said that Hope is the only universal liar who never loses his reputation for veracity."
- Robert G. Ingersoll, American political leader and orator
"I suppose it can be truthfully said that Hope is the only universal liar who never loses his reputation for veracity."
- Robert G. Ingersoll, American political leader and orator
tirado do "Neatorama"
Rock On!
Fim de semana nem por isso alucinante, ou uma crónica confusa de um lento retornar ao Mundo do Vivos
Foi um fim de semana estranho o meu... "cheio" de elogios de mulheres bonitas - mulheres feitas, voluptuosas e não de pitas inconsequentes mesmo que aleijadinhas de boas. Elogios todavia não ao que "sou/estou" no momento mas ao que poderia "ser/estar se ao menos..." (eu quisesse/me esforçasse).
Lá está outra vez a cena do potencial por realizar/não realizado - e em resumo honesto e sucinto, a origem da Grande Frustração e um dos grande contribuidores para o Grande Vazio Existencial que me preenche, passe o paradoxo.
Ou então sou eu que estou a ler mal, não estou habituado a ser assim bem tratado pelo "belo género" e estou confuso quanto à verdadeira natureza da mensagem. As mulheres são um ser estranho, complicado, denso e definitivamente insondável nos seu desígnios, cogitações e comunicados.
E eu sou apenas um pobre pateta que apenas quero fazer pareçer que sou um grande conhecedor e sabedor dos segredos, tricas e idos do Mundo, quando na verdade sou mais apenas mais um limitado no que toca a tentar perceber o Código Insondável da Mulheres ao qual, cheio de desdém e despeito, apelido de Absurdo Feminino.
Lá está outra vez a cena do potencial por realizar/não realizado - e em resumo honesto e sucinto, a origem da Grande Frustração e um dos grande contribuidores para o Grande Vazio Existencial que me preenche, passe o paradoxo.
Ou então sou eu que estou a ler mal, não estou habituado a ser assim bem tratado pelo "belo género" e estou confuso quanto à verdadeira natureza da mensagem. As mulheres são um ser estranho, complicado, denso e definitivamente insondável nos seu desígnios, cogitações e comunicados.
E eu sou apenas um pobre pateta que apenas quero fazer pareçer que sou um grande conhecedor e sabedor dos segredos, tricas e idos do Mundo, quando na verdade sou mais apenas mais um limitado no que toca a tentar perceber o Código Insondável da Mulheres ao qual, cheio de desdém e despeito, apelido de Absurdo Feminino.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

